Dr. Sebastião Morais · Advogado
cédula n.º 62767P
Sumário
- A consulta com advogado online decorre por videochamada e dura até 1 hora, focada num tema agendado
- Custa 70 €, pagos no momento da marcação, com antecedência mínima de 24 horas
- Se a QUOR remarcar e a nova data não servir, o reembolso é integral
- O segredo profissional do advogado é um dever legal — art. 92.º do Estatuto da Ordem dos Advogados
- A câmara ligada é obrigatória: verifica a identidade e protege a confidencialidade
- Sem meios para pagar? O apoio judiciário do Estado existe para isso
Falar com um advogado deixou de exigir uma tarde livre. A consulta com advogado online põe o seu caso à frente de um profissional por videochamada — com a mesma preparação, o mesmo sigilo e a mesma responsabilidade de uma consulta de escritório.
Este guia explica como funciona a marcação na QUOR, quanto custa, que garantias tem, e como se preparar para tirar o máximo da hora.
E responde também ao que a maioria das páginas evita: o que a consulta não cobre, quando o presencial é melhor escolha, e o que fazer se não tiver meios para pagar.
O que é uma consulta com advogado online
Resposta rápida: uma consulta com advogado online é a mesma consulta jurídica que teria num escritório, feita por videochamada: análise do seu caso concreto e uma resposta objetiva, sem deslocações nem salas de espera.
A consulta serve para pôr um problema real à frente de um advogado e sair com orientação: o que diz a lei, que opções tem, que riscos corre e o que fazer a seguir. Não é aconselhamento genérico nem um artigo de blogue — é a análise do seu caso.
Funciona para a esmagadora maioria das questões: contratos, arrendamento, heranças, trabalho, dívidas, família. O advogado vê os seus documentos, ouve a sua versão e responde ao que interessa.
Alguns exemplos do que cabe numa consulta: perceber se um despedimento foi regular, saber como reagir a uma citação do tribunal, avaliar um contrato-promessa antes de assinar, ou decidir se vale a pena reclamar de um seguro que recusou pagar.
Na QUOR, a consulta online é prestada por advogados inscritos na Ordem, a partir dos escritórios da sociedade. É o formato central do serviço de advogado online, pensado para quem quer resposta rápida sem abdicar de rigor.
É também o formato natural para quem tem a agenda cheia, vive longe dos escritórios ou está no estrangeiro e precisa de tratar de um assunto em Portugal sem apanhar um avião.
Como funciona na QUOR: da marcação à videochamada
Resposta rápida: marca-se online com pelo menos 24 horas de antecedência, paga-se no momento da marcação e a consulta decorre por videochamada, com duração flexível até 1 hora, focada no tema agendado.
O processo foi desenhado para não ter fricção nem surpresas:
- Escolhe o tema e pede a marcação online, indicando o assunto que quer tratar;
- O pagamento é feito no momento da marcação, pelos meios disponíveis;
- A marcação exige uma antecedência mínima de 24 horas — não há consultas para o próprio dia;
- No dia e hora combinados, entra na videochamada e trata o tema agendado, até ao limite de 1 hora.
A consulta é atribuída a um advogado da área do tema que indicou. É por isso que a marcação pede o assunto: chegar à conversa com o interlocutor certo poupa metade da hora.
A disponibilidade depende da agenda dos advogados. Se a QUOR precisar de alterar a data, propõe-lhe nova marcação — e, se não lhe convier, devolve-lhe o valor por inteiro.
Quanto custa uma consulta com advogado
Resposta rápida: a consulta custa 70 €, pagos no momento da marcação. Se a QUOR tiver de remarcar e a nova data não lhe servir, o reembolso é integral. Não há custos escondidos nem renovações automáticas.
O valor cobre a preparação e a realização da consulta: a análise dos elementos que enviar, a conversa até 1 hora e a resposta objetiva ao tema que agendou.
Como a consulta é contratada à distância, tem por lei um prazo de 14 dias para resolver livremente o contrato, sem indicar motivo. Esse direito cessa quando a consulta é integralmente prestada com o seu consentimento — é o que acontece quando pede a marcação para data anterior ao fim desse prazo.
O que o valor não cobre também deve ficar claro: não inclui a redação de peças, cartas ou contratos, nem diligências junto de entidades — esse trabalho, se o quiser, é orçamentado à parte, depois da conversa.
Uma nota de transparência: o preço da consulta não é o preço de um processo. Se decidir avançar depois da conversa, recebe uma proposta própria, com honorários definidos antes de qualquer compromisso.
Pronto para esclarecer o caso?
A primeira consulta na QUOR custa 70 € e fica marcada em minutos. Resposta clara, sem compromisso.
É seguro falar com um advogado pela internet?
Resposta rápida: sim — o que conta ao advogado está protegido pelo segredo profissional, imposto por lei a todos os advogados. A câmara ligada durante a consulta existe precisamente para verificar a identidade e proteger a confidencialidade.
O Estatuto da Ordem dos Advogados obriga o advogado a guardar segredo sobre todos os factos que conheça no exercício das suas funções — o que o cliente revela, o que resulta dos documentos e até o que foi dito em negociações que não chegaram a acordo. Não é uma cortesia: é um dever legal, e existe para que possa falar abertamente.
Nas consultas online da QUOR, o cliente mantém a câmara ligada durante a conversa. A regra protege as duas partes: confirma que fala com a pessoa certa e que a conversa decorre em ambiente reservado.
Do seu lado, escolha um sítio reservado para a chamada: a confidencialidade também depende de quem está na mesma sala.
Como verificar se o advogado é real
Antes de pagar uma consulta a quem quer que seja, verifique. A Ordem dos Advogados disponibiliza uma pesquisa pública onde pode confirmar o nome e a cédula profissional de qualquer advogado inscrito.
Desconfie de «consultas jurídicas» sem advogado identificado, sem cédula e sem entidade por trás. A verificação demora um minuto e evita os esquemas que imitam serviços jurídicos.
Como se preparar: documentos e perguntas
Resposta rápida: reunir os documentos, ordenar as datas e levar as perguntas certas duplica o valor da hora. A consulta rende o que a preparação permitir.
Os documentos que deve reunir
Junte tudo o que toca ao assunto, mesmo que não saiba se interessa:
- Contratos, acordos e aditamentos assinados;
- Cartas, e-mails e mensagens trocadas com a outra parte;
- Citações, notificações ou cartas de tribunal, se existirem;
- Recibos, comprovativos de pagamento e extratos relevantes.
Se puder, ordene os factos numa linha de tempo curta: o que aconteceu, quando, e quem disse o quê. Cinco linhas chegam.
Não filtre à partida o que «acha que não interessa»: o documento que o cliente ia deixar de fora é, com frequência, o que decide a resposta. Traga tudo e deixe a triagem para a conversa.
As perguntas que deve levar
Escreva antes da consulta as três perguntas a que quer mesmo resposta. Por exemplo: tenho fundamento para reclamar? que riscos corro se avançar? quanto custaria e quanto tempo demoraria?
Com as perguntas escritas, é o cliente que conduz a consulta — e o advogado responde ao que importa, em vez de adivinhar.
Um exemplo prático: num litígio de arrendamento, interessam o contrato, os comprovativos de renda e as mensagens com o senhorio; numa questão laboral, o contrato de trabalho, os recibos e a carta que recebeu. O princípio é o mesmo em qualquer área — papel primeiro, memória depois.
Caso para advogado?
Diga-nos o que se passa em duas frases e dizemos-lhe se a consulta vale a pena.
Consulta online ou presencial: qual escolher
Resposta rápida: a consulta online resolve a generalidade dos esclarecimentos jurídicos. A presencial vale a pena quando há volume físico de documentos ou quando prefere simplesmente estar frente a frente.
O conteúdo é o mesmo nos dois formatos: o mesmo advogado, o mesmo sigilo, a mesma preparação. A diferença está na logística — e é por isso que a escolha é sua.
O online ganha em rapidez e conveniência: sem viagens, sem estacionamento, com os documentos partilhados no ecrã. Para quem vive fora dos grandes centros, ou no estrangeiro, é frequentemente a única opção prática.
Conte também o custo invisível do presencial: meio dia de trabalho perdido entre viagem, espera e regresso. Numa consulta de esclarecimento, esse tempo raramente compra rigor adicional.
Na dúvida, um critério simples ajuda: se os seus documentos já estão no telemóvel ou no e-mail, o online chega e sobra. Se o processo vive em papel, ou se a conversa envolve mais família do que documentos, o presencial tende a correr melhor.
O presencial faz sentido quando há caixas de documentos para folhear ou quando o tema pede conversa longa e pausada. A QUOR recebe clientes nos escritórios de Braga, do Porto e de Esposende — se preferir, marque com os advogados no Porto ou na cidade que lhe ficar à mão.
Depois da consulta: e se precisar de avançar?
Resposta rápida: a consulta esclarece; o acompanhamento do caso é um serviço próprio. Se quiser avançar, recebe uma proposta com honorários definidos — sem automatismos e sem compromisso.
A consulta não cria nenhuma obrigação de continuar. Sai com a orientação e decide com calma se quer tratar do assunto sozinho, deixá-lo cair ou entregá-lo a quem o acompanhe.
Quando o caso justifica acompanhamento, a proposta define o âmbito do trabalho e os honorários antes de qualquer compromisso — por escrito, para poder comparar e decidir sem pressa.
E se o assunto evoluir mais tarde, nada impede nova consulta sobre um tema novo: há quem use a consulta avulsa como acompanhamento pontual, passo a passo, sem contratar um serviço contínuo.
Há uma fronteira que as condições da QUOR marcam com clareza: assuntos que já estão, ou estiveram, em acompanhamento pela sociedade não são tratados em consulta avulsa — seguem pelo serviço respetivo, com proposta própria.
Se pondera entregar o caso, vale a pena comparar com critério: veja o que avaliar antes de contratar um advogado online, dos honorários à especialização, e leve essas perguntas para a conversa.
Os limites da consulta online
Resposta rápida: cada consulta trata um tema, é reservada ao titular do direito ou ao seu representante, e há atos que continuam a exigir presença física. Saber os limites evita expectativas erradas.
A consulta foca-se no tema previamente agendado — um assunto de cada vez, para que a hora renda. Temas novos justificam nova marcação.
Só o titular ou cotitular do direito, ou o seu representante legal ou mandatário, pode fazer a consulta sobre o assunto. Não se fazem consultas «em nome de» um familiar sem poderes para tal.
E nem tudo se resolve à distância: certos atos e diligências exigem presença, assinaturas presenciais ou deslocação a entidades. Nesses casos, a consulta serve para preparar o passo seguinte — não para o substituir.
Também não é o formato certo para urgências de horas: a marcação pede 24 horas de antecedência. Se tem um prazo a terminar hoje, ou recebeu uma notificação com o prazo quase no fim, ligue diretamente em vez de esperar pela consulta — ao telefone é possível perceber em minutos se o caso pode aguardar pela marcação.
Se não puder pagar a consulta
Quem está em insuficiência económica não fica sem acesso ao direito: o Estado assegura consulta e patrocínio através do apoio judiciário, pedido na Segurança Social. Explicamos o regime, os critérios e os prazos no guia do advogado gratuito em Portugal.
Aviso legal: este conteúdo é informativo e não substitui aconselhamento jurídico — cada caso depende de circunstâncias concretas que só podem ser avaliadas em consulta. A informação reflete o quadro legal à data da última revisão. Para analisar o seu caso, contacte a QUOR.
A Dra. Maria e toda a equipa da QUOR foram sempre muito prestativas, responderam a todas as minhas dúvidas rapidamente e sempre me mantinham atualizada sobre o andamento do meu processo. Recomendo 100%!
Recomendo 100% este escritório para quem precisar de um advogado. Agradeço a Dra. Margarida e a Dra. Carolina por todo suporte durante o meu processo. Muito obrigada
A Quor Advogados prestou-me um excelente serviço relacionado com fiscalidade e relações internacionais. Foram, durante todo o processo, profissionais exemplares, competentes e inteiramente dedicados à minha causa, o que resultou no desfecho desejado. Não podia ter tido melhor apoio. Por tal, recomendo sem hesitações.
Equipa muito atenciosa, dedicada e transparente. Agilidade visto priorizarem o atendimento online. Agradecimentos à Dra. Margarida e Dra. Carolina. Recomendo
Recorremos à QUOR para nos aconselhar, tendo em conta a distância onde o processo se irá desenvolver, achamos por bem contratar alguém mais próximo da zona em questão. Após o primeiro aconselhamento com a Dra. Inês Azevedo, que se apercebeu que as nossas dúvidas não estariam no enquadramento da sua especialidade, prontamente nos encaminhou e bem, para a Dra Monica Martins. Ficamos sem dúvida, esclarecidas e convictas que escolhemos o melhor grupo para nos representar. A consulta online por videoconferência foi fácil e intuitiva, sem dúvida uma mais valia, que nos permite reduzir as nossas deslocações até ao estritamente necessário. Saliento o profissionalismo de toda a equipa e recomendo sem dúvida.
Perguntas frequentes
A duração é flexível, até ao limite máximo de 1 hora, e a conversa foca-se exclusivamente no tema agendado. Com boa preparação, a maioria dos esclarecimentos fica resolvida bem dentro desse tempo.
Não — as marcações exigem uma antecedência mínima de 24 horas. Para urgências com prazos a terminar, ligue diretamente para a QUOR em vez de aguardar pela consulta.
Se for a QUOR a alterar a data, propõe-lhe nova marcação e, não lhe convindo, devolve o valor por inteiro. Como consumidor num contrato à distância, tem ainda o prazo legal de 14 dias de livre resolução, que cessa quando a consulta é integralmente prestada com o seu consentimento.
Sim. A câmara ligada durante toda a consulta serve para verificar a identidade e garantir a confidencialidade do atendimento — recusá-la dá ao advogado o direito de não realizar a consulta.
Fica. O segredo profissional é um dever legal do advogado e cobre todos os factos conhecidos no exercício das funções, incluindo documentos e negociações que não chegaram a acordo.
Não — a consulta na QUOR custa 70 €, com hora dedicada e resposta objetiva. Se não tiver meios para pagar, o apoio judiciário do Estado assegura consulta e advogado a quem demonstre insuficiência económica.
- Lei n.º 145/2015, de 9 de setembro — Estatuto da Ordem dos Advogados, art. 92.º (segredo profissional)
- Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro — arts. 10.º e 17.º (direito de livre resolução e exceções)
- Condições de Consulta da QUOR Advogados (versão de 05-01-2026)
