Sugestões
#penal #divórcio #herança #contratos
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Phishing, smishing, burla MB Way, clonagem de cartão ou fraude bancária online — preparamos a queixa-crime, exigimos reembolso ao banco e escalamos para o Banco de Portugal quando necessário.
(chamada para a rede móvel nacional)
Experiência muito positiva quer na marcação da consulta quer na consulta em si (com a Dra. Carolina Ferreira), pela sua pontualidade e conhecimento da matéria sobre as questões colocadas. Em caso de necessidade sobre o mesmo assunto seguramente que voltarei a consultá-la.
Foi a primeira vez que fiz uma consulta juridica online. O processo de agendamento foi fácil e rápido. A consulta aconteceu 3 dias depois e o aconselhamento jurídico foi claro e muito útil. Recomendo vivamente.
Excelente Serviço! Desde o primeiro contacto foram muito atenciosos, eu os recomendo!
Tive já dois casos na QUOR advogados. Estou muito satisfeito. As advogadas trabalham com seriedade, cumprem exatamente o que prometem e demonstram um nível de profissionalismo muito acima da média. Obrigada!
Fui muito bem atendida! A explicação é bem detalhada e há uma humanização no atendimento. Fui atendida pela Carolina Ferreira que teve a atenção em responder todas as questões.
Excelentes profissionais , decidi não avançar com o processo por minha opção , mas tiraram-me as duvidas todas. Excelente aconselhamento.
Empresa profissional, muito competente e dedicada aos clientes. Um agradecimento especial à Dra. Maria Pires e à Dra. Margarida Antunes por todo o acompanhamento e suporte no meu caso.
Phishing, smishing, MB Way ou clonagem de cartão — queixa-crime, reembolso bancário e escalada ao Banco de Portugal.
(chamada para a rede móvel nacional)
Experiência muito positiva quer na marcação da consulta quer na consulta em si (com a Dra. Carolina Ferreira), pela sua pontualidade e conhecimento da matéria sobre as questões colocadas. Em caso de necessidade sobre o mesmo assunto seguramente que voltarei a consultá-la.
Foi a primeira vez que fiz uma consulta juridica online. O processo de agendamento foi fácil e rápido. A consulta aconteceu 3 dias depois e o aconselhamento jurídico foi claro e muito útil. Recomendo vivamente.
Excelente Serviço! Desde o primeiro contacto foram muito atenciosos, eu os recomendo!
Tive já dois casos na QUOR advogados. Estou muito satisfeito. As advogadas trabalham com seriedade, cumprem exatamente o que prometem e demonstram um nível de profissionalismo muito acima da média. Obrigada!
Fui muito bem atendida! A explicação é bem detalhada e há uma humanização no atendimento. Fui atendida pela Carolina Ferreira que teve a atenção em responder todas as questões.
Excelentes profissionais , decidi não avançar com o processo por minha opção , mas tiraram-me as duvidas todas. Excelente aconselhamento.
Empresa profissional, muito competente e dedicada aos clientes. Um agradecimento especial à Dra. Maria Pires e à Dra. Margarida Antunes por todo o acompanhamento e suporte no meu caso.

Cada modalidade tem técnicas próprias, provas diferentes e mecanismos de recuperação específicos — tratamos de todas.
(chamada para a rede móvel nacional)
Emails e SMS fraudulentos em nome de bancos, autoridades fiscais, transportadoras ou serviços. Recolhemos os indícios digitais, preservamos os cabeçalhos e preparamos a queixa à Polícia Judiciária — unidade específica para crimes informáticos.
Pedidos fraudulentos de pagamento MB Way, falsos anúncios em OLX ou Custojusto, transferências não autorizadas. Exigimos ao banco o reembolso da operação não autorizada (DL 91/2018) e acompanhamos o processo até à restituição.
Cartão clonado, conta bancária acedida sem autorização, movimentos desconhecidos. Accionamos imediatamente o protocolo junto do banco (bloqueio, estorno) e preparamos queixa-crime com preservação das provas de acesso não autorizado.
Apresentação da queixa-crime (art. 221.º do CP), pedido de indemnização civil no próprio processo penal e, se o banco recusar o reembolso, reclamação formal ao Banco de Portugal. Fecho do ciclo desde o crime até à recuperação efectiva.
Ligue ou preencha o formulário. Respondemos em 24h.
Análise completa, diagnóstico jurídico e plano. Valor: 70€
Tratamos de toda a documentação, negociação e representação legal.
Acompanhamento pós-resolução para questões pendentes.
(chamada para a rede móvel nacional)
A nossa equipa
Três advogados com perfis complementares, dedicados ao direito criminal.
Advogada sénior com experiência em recuperação de valores junto de instituições bancárias. Acompanha vítimas de burla informática na articulação com o banco, preparação da reclamação formal e pedido de indemnização civil no processo penal.
Experiência em prova digital e queixa-crime à Polícia Judiciária. Actua na preservação de indícios (cabeçalhos de email, capturas, logs), análise técnica da modalidade de burla e no acompanhamento da investigação criminal.
Atendimento de urgência para burlas em curso ou recentes — bloqueio imediato junto do banco, comunicação às autoridades (PJ, Centro Nacional de Cibersegurança) e prevenção de agravamento das perdas. Actuação nas primeiras 24h.
Testemunhos reais
Foi a primeira vez que fiz uma consulta juridica online. O processo de agendamento foi fácil e rápido. A consulta aconteceu 3 dias depois e o aconselhamento jurídico foi claro e muito útil. Recomendo vivamente.
Excelente Serviço! Desde o primeiro contacto foram muito atenciosos, eu os recomendo!
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Excelentes profissionais , decidi não avançar com o processo por minha opção , mas tiraram-me as duvidas todas. Excelente aconselhamento.
Consegui obter os esclarecimentos que procurava de forma didática e profissional. Recomendo fortemente!
Ich habe QUOR kontaktiert, nachdem meine Krankenversicherung die Kostenübernahme für eine OP ungerechtfertigt abgelehnt hat. Von Anfang an war die Kommunikation transparent, schnell und zuverlässig. Meine Anwältin Dra. Maria hat sich schnell und kompetent in meinen Fall eingearbeitet und konnte innerhalb kurzer Zeit erreichen, dass der Fall zu meinen Gunsten entschieden wurde. Vielen Dank für die gute Betreuung!
Gostei da espriencia fiquei muito esclarecida. Um muito obrigada a dr paula
A Dra Carolina explicou-me todas as dúvidas que apresentei. Mostrou-se muito profissional e disponível para me ajudar, e esclareceu ao pormenor todas as etapas do processo. Recomendo!
Toda a informação partilhada está protegida por sigilo profissional.
Sabe exatamente quanto vai pagar antes de avançar. Sem surpresas, sem custos ocultos.
Garantimos resposta ao seu contacto em 24 horas úteis. Não fica à espera.
Perguntas frequentes
As perguntas que toda a gente faz.
Phishing é uma técnica de engenharia social em que o burlão envia comunicações falsas — tipicamente emails — que se fazem passar por instituições legítimas (banco, autoridade fiscal, transportadora, loja online) para levar a vítima a revelar credenciais, dados de cartão ou a autorizar transferências. O nome vem do inglês "fishing" (pescar) — o burlão "pesca" informação. É o crime informático mais frequente em Portugal e o ponto de entrada para grande parte das outras burlas (MB Way fraudulento, conta bancária comprometida, clonagem). Está enquadrado no art. 221.º do CP — burla informática e nas comunicações.
Mudam só o canal, a técnica é a mesma:
Nos três casos, o burlão imita uma instituição confiável para obter dados ou autorizações. Spear phishing é variante direccionada (vítima específica, com dados personalizados). Pharming redirecciona para um site falso, mesmo quando a vítima digita o endereço correcto. O enquadramento legal é o mesmo — crime de burla informática, com pena até 5 anos de prisão.
Por esta ordem:
O banco tem, em regra, 1 dia útil para reembolsar após comunicação da operação não autorizada, salvo se provar negligência grave da vítima.
Cada hora conta. Três passos imediatos:
A responsabilidade da vítima limita-se a 50€ em caso de uso fraudulento (art. 113.º do DL 91/2018) — o resto tem de ser reembolsado pelo banco, salvo prova de negligência grave (ex: partilha deliberada do PIN). Se o cartão foi clonado por skimming em terminal físico ou por ataque online, a responsabilidade é integralmente do banco e da rede.
Há três vias complementares:
A taxa real de recuperação varia muito conforme o tempo decorrido, o valor e o canal — agir nas primeiras 24-72 horas é determinante.
A Polícia Judiciária (PJ) tem competência específica sobre crimes informáticos (art. 7.º da Lei de Organização da Investigação Criminal). A queixa pode ser apresentada presencialmente em posto da PJ, online no portal da Polícia Judiciária ou através do portal do Ministério Público (cidadao.justica.gov.pt). PSP e GNR recebem e encaminham, mas a investigação efectiva é feita pela PJ — conhece técnicas, tem ferramentas e liga-se ao Centro Nacional de Cibersegurança. Para burlas com elevados valores ou complexidade técnica, a queixa directa à PJ acelera o processo.
Sim, na maioria dos casos. O DL 91/2018 (que transpõe a directiva europeia PSD2) estabelece que, em operações não autorizadas pelo titular, o banco tem de reembolsar até ao final do dia útil seguinte à comunicação — salvo se demonstrar que a vítima actuou com negligência grave ou fraude. O ónus da prova é do banco, não da vítima. "Negligência grave" é conceito apertado — não basta a vítima ter clicado num link; tem de haver violação evidente de cuidados básicos (partilha do código PIN, por exemplo). Se o banco recusar reembolso ou impor condições irregulares, é motivo para reclamação formal ao Banco de Portugal.
Sim, e funciona. O Banco de Portugal tem uma área de reclamações (bancodeportugal.pt/reclamacao) onde qualquer cliente pode apresentar queixa formal contra uma instituição bancária. A reclamação é analisada, o banco é obrigado a responder no prazo de 20 dias úteis, e o Banco de Portugal emite parecer vinculativo sobre o cumprimento das normas. Não substitui uma acção judicial, mas na prática resolve a maioria dos casos sem ir a tribunal — os bancos preferem reembolsar a ter um parecer negativo do regulador. É o canal de escalada que usamos quando o banco recusa reembolso indevidamente.
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